Conheci uma história em Portugal que me deixou sem palavras
Descrição
Neste vídeo, descubro e reajo à história de uma mulher que vive de forma extremamente isolada em Portugal, refletindo sobre escolhas, contexto, solidão e modo de vida. É um conteúdo que pede respeito, atenção e reflexão.
Mais do que curiosidade, é uma história humana.
💬 O que você pensou ao conhecer essa história?
👍 Curta se esse vídeo te fez refletir
🔔 Inscreva-se para mais descobertas reais sobre Portugal
Posicionamento deste vídeo neste canal
- Ranking por visualizações
- #344 de 625
- Ranking por velocidade
- #151 de 625
- Ranking por engagement
- #138 de 625
- Face ao alcance sustentável do canal
- 131,7%
- Face à mediana do mesmo formato
- 72,1%
- Faixa típica do formato
- 758–4.765
- Mediana do formato
- 1.694
- Idade do vídeo
- 206 dias
- Gostos por comentário
- 9,5
Crescimento observado
Discussão sobre este vídeo
Esta conversa pertence ao Submundos e está separada dos comentários públicos recolhidos do YouTube.
Inicia sessão ou cria uma conta para participar na discussão.
Ainda não há comentários no Submundos. Sê a primeira pessoa a iniciar a discussão.
Mais vídeos do canal
12:25
BRASILEIRA REAGE A PORTUGAL Fronteira Alentejo
57 38,60%
há 5 horas
14:28
BRASILEIRA REAGE A COISAS ESTRANHAS em PORTUGAL para BRASILEIRO
926 8,10%
há 3 dias
12:25
BRASILEIRA REAGE A PORTUGAL Fronteira Alentejo
680 12,94%
há 5 dias
17:56
Brasileira Reage a Desfile Medieval em Portugal
2.003 7,19%
há 1 semana
15:33
Brasileira Reage a Coimbra Portugal Queima das fitas
763 14,29%
há 1 semana
10:26
Brasileira Reage ao Geopark Estrela — Portugal
934 14,45%
há 1 semana
Comentários públicos no YouTube
D Elsa é um amor pessoa tb já a entrevistei em 2022 não conhecia aquele sitio , ela e muito simpatica e fotogénica , ofereceu tb a nossa equipa reportagem comida , chouriços ,queijos ,cerveja , galinha estufada , mostrou tudo sua casa ,cabras ,hortas , ele é muito inteligente ,sábia muito a frente no seu tempo parece uma desportista com aquela idade ,ela corre ,pula ,, uma senhora encantadora nunca mais esqueci dela e aqueles momentos lá com ela ,,háaa ... e é doida por futebol em especial o FCP
Olá Boa Noite Jo Hoje em dia, se calhar está se melhor sozinha numa aldeia, do que estar numa cidade cheia de violência!! Creio que não seja medo, mas sim liberdade, viver na Natureza!! ❤ A companhia de Deus é a melhor hoje em dia!! ❤️🙌 Confesso que já tinha visto o vídeo e Realmente é Maravilhoso!!
Conheço essa senhora, há uns 15 anos tinha gado (cabras) deixava-as ir sózinhas pela serra e à noite elas voltavam para casa. Hoje a Elsa passa mais tempo com uma cunhada em Aigra Nova
Conheci uma história em Portugal que me deixou sem palavras Por Antoine Bonheur Petit‑Garçon — 23 Jan 2026 A descoberta Cheguei à história como quem entra numa casa pela janela: com cuidado, um pouco de culpa e uma curiosidade que não se disfarça. Disseram‑me que havia uma mulher que vivia sozinha numa aldeia de xisto, no topo da Serra da Lousã, e a ideia soou imediatamente como um conto antigo — daqueles que começam com um sino e acabam com um segredo. A notícia tinha o sabor de uma lenda moderna: isolamento, resiliência, e um nome que parecia saído de um romance rural — Elsa. A aldeia Aigra Velha apareceu no mapa como um ponto de silêncio. Ruas vazias, um trator a dormir, portas que guardam memórias. Há lugares que respiram passado e, quando se entra neles, sente‑se o eco das vozes que partiram. A aldeia não era um cenário abandonado; era um palco onde a vida continuava em câmara lenta, com galinhas a fazer de figurantes e janelas a observar o mundo sem pressa. O contraste entre o vazio e a presença de quem ficou transforma o lugar numa espécie de santuário particular. A senhora Elsa Ela surgiu como quem surge em novelas: sem alarde, com uma naturalidade que desmonta qualquer romantismo fácil. Contou da família, do marido que partiu, dos filhos que foram para outras vidas e da escolha de ficar. Falou de ordenhar, de fazer queijos, de sete galinhas e de uma rotina que não pede aplausos. Havia nas suas palavras uma mistura de dureza e ternura — a voz de quem trabalhou com as mãos e aprendeu a conversar com o vento. “Se eu morrer, não saio daqui”, disse, e a frase soou menos como teimosia e mais como pertença. O diálogo Conversar com Elsa foi como abrir um livro antigo e descobrir que as páginas cheiram a pão e a terra. Rimos do futebol, trocámos provocações sobre clubes, partilhámos uma merenda simples: chouriço, queijo e pão. A ironia estava no gesto: num mundo que valoriza o movimento, ela escolhia a imobilidade como forma de liberdade. A sua hospitalidade desarmou qualquer exotismo; o que parecia exótico era, afinal, profundamente humano. A sua vida não era um espectáculo para curiosos, mas um modo de existir que pede respeito. Reflexão Há histórias que nos deixam sem palavras porque desmontam narrativas prontas. A solidão de Elsa não é apenas ausência de gente; é um mosaico de escolhas, perdas e continuidades. É fácil romantizar o isolamento ou condená‑lo com pressa moral. Mais difícil é escutar: perceber que a mesma mão que fez queijos também costurou memórias, que a mesma casa que parece vazia está cheia de histórias. A lição é simples e incômoda: nem todo retiro é fuga, nem toda permanência é resignação. Fecho Voltei da aldeia com o bolso cheio de pequenas revelações e a sensação de que o mundo ainda guarda recantos que nos ensinam a desacelerar. Elsa não é um mito nem um caso de estudo; é uma pessoa com gosto por coisas simples e uma coragem silenciosa. A história deixou‑me sem palavras porque, por um instante, mostrou que a vida pode ser inteira mesmo quando se vive em poucas ruas. E ficou a certeza de que, às vezes, o maior luxo é ter um lugar para chamar de paraíso. Évora_27 - open call "A Nossa Vez" dedicada a artistas, associações e agentes culturais do Alentejo. 0,49 https://www.youtube.com/watch?v=D2AdU9ro34M Évora_27 - open call “O Nosso Laboratório / Our Lab”, open to international artists 2,03 https://www.youtube.com/watch?v=L1yxDDrJgGw
Ela com 62 anos ou mais ,corre imenso 😂... é muito atleta
Já estive na serra da Lousã há cerca de 10 anos. Visitei várias aldeias, umas com 4 ou 5 habitantes. A que mais habitantes tinha chama-se Taslanal, tinha cerca de 15 habitantes. Existia um pequeno café, onde juntamente com meus amigos caminheiros repousamos. Em conversa enquanto repousava fiquei a saber que aquelas aldeias e também outras são procuradas por estrangeiros, que para lá vão viver após as suas reformas vindos de países como a Holanda e a Alemanha.
Não é assustador, é maravilhoso viver nas aldeias históricas nas montanhas,animais domésticos paraíso na terra .
As pessoas portuguesas que nasceram e cresceram e sempre viveram nas zonas rurais teem muita dificuldafe em abandonar as suas terras e tentam a todo o custo manter as tradicoes e viverem nesse mundo natural e simples e preferem viver uma vida em liberdade totalmente apaixonados pela natureza do que viverem afogados dum mundo travestido ! So e pena e que os politicos despresem esses cidadaos completamente a sua sorte e nao tenham a coragem de manter essas tradicoes da origem deste povo portugues e das suas tradicoes humildes......